LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SOLOS
Venha fazer sua análise e tenha maior seguranca para uma boa colheita.
Não deixe seu solo ficar assim:
Pois ele é a base de tudo!
A Análise Foliar como Fator de Aumento da Produtividade das Culturas
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Histórico
O Laboratório de Análise de Fertilidade de Solos, teve seu início em 06/03/1995, inaugurado pelo então Diretor Prof. José Milagres Silva de Araújo, E atualmente sob responsabilidade do Agrônomo Marcelo Zózimo que conta com uma equipe altamente capacitada para melhor atender a demanda de nossa região.
No laboratório do Campus Barbacena, efetua-se a determinação dos macronutrientes [N (nitrogênio); P (fósforo); K (potássio); S (enxofre); Ca (cálcio); Mg (magnésio)], matéria orgânica, fósforo remanescente, pH (acidez ativa); H+Al (acidez potencial) e granulometria (teores de argila, silte e areia).
Sobre Análises
Por que fazer a análise de fertilidade solo?
As plantas obtêm os nutrientes, dos quais necessitam, do solo. Entretanto, com o fim da cultura, o solo fica desgastado e fraco para suprir com vigor a próxima plantação. É nesse meio que entra a análise.
O que devo fazer para melhorar a fertilidade do meu solo?
Normalmente se utilizam dois tipos de produtos: o calcário para corrigir a acidez do solo e os fertilizantes, ou adubos, para corrigir a falta de nutrientes. A decisão do que quando e quanto aplicar de calcário e fertilizante somente deve ser feita com base na análise de fertilidade do solo com o auxílio de um agrônomo.
O primeiro passo é dividir a propriedade em glebas ou talhões que sejam uniformes. Assim, a amostra coletada em cada gleba poderá representar a sua situação de fertilidade. Normalmente estas áreas são separadas conforme suas características físicas ou de uso: área arenosa, área argilosa, alto da encosta, meio ou baixada,cor da terra, cultura ou vegetação existente ou anterior e até mesmo devido aos tratamentos que já recebeu como calagem e adubação.

Figura 1. Plano de amostragem de uma propriedade, com diferentes declividades e usos de solo.
Normalmente recomenda-se separar estas glebas em áreas de no máximo 10 ha. Quanto mais dividida for a área, melhor será a sua separação para definir qual o melhor tratamento que cada pedaço de terra irá receber (quanto maior o número de amostras simples de uma área para formar a composta, mais preciso será a amostragem do solo).
Cada uma das áreas escolhidas deverá ser percorrida em zig-zag, retirando-se com um trado, amostras de 15 a 20 pontos diferentes, que deverão ser colocadas juntas em um balde limpo. Na falta de trado, poderá ser usado um tubo ou uma pá. Todas as amostras individuais de uma mesma área uniforme deverão ser muito bem misturadas dentro do balde, retirando-se uma amostra final, em torno de 500g.

Figura 2: Exemplo de retirada de amostra de um terreno de baixada (amostra 1) e de meia encosta (amostra 2). As áreas dentro dos círculos não devem ser amostradas.

Figura 3: Ferramentas utilizadas para a retiragem das amostras.
As amostras deverão ser retiradas da camada superficial do solo, até a profundidade de 20 cm, tendo antes o cuidado de limpar a superfície dos locais escolhidos, removendo as folhas e outros detritos. Não retirar amostras de locais próximos a residências, galpões, estradas, formigueiros, depósitos de adubos, etc. Não retirar amostras quando o terreno estiver encharcado. No caso de culturas perenes (frutíferas por exemplo) sugere-se tambem retirar amostras entre 20 e 40cm de profundidade.
Identifique corretamente cada amostras com:
- Nome Produtor
- Nome Propriedade
- Endereço completo (cidade e CEP também)
- Identificação da amostra
Após especificado tudo, entregar no endereço:
Rua Monsenhor José Augusto, 204
Bairro São José
Barbacena - MG
CEP 36205-018
Obs.: caso prefira mandar as amostras pelo correio, favor enviá-las juntamente com o dinheiro e telefonar avisando sobre o envio.
A Análise Foliar como Fator de Aumento da Produtividade das Culturas
Um fator essencial para a qualidade das informações obtidas na análise foliar depende exclusivamente do agricultor: a coleta das folhas de forma correta. Para cada cultura existem informações específicas sobre como proceder à amostragem de folhas, a fim de permitir a comparação dos resultados da análise com os níveis de referência para os diversos nutrientes. Tais níveis de referência são os teores de nutrientes na folha considerados baixos, adequados ou altos e podem ser encontrados em livros e boletins técnicos que tratam de adubação e nutrição de plantas.
A interpretação dos resultados é feita por consulta a tabelas que apresentam os níveis de referência relativos à cultura de interesse. Tanto a amostragem quanto a interpretação devem, preferencialmente, ser orientadas por um profissional (agrônomo) que possa fornecer maiores detalhes a respeito dos cuidados na coleta das folhas e tirar conclusões práticas, de interesse do agricultor, a partir da avaliação dos resultados da análise.
Quando se observam partes da lavoura com plantas apresentando desenvolvimento atípico, é possível empregar a análise foliar para diagnosticar possíveis problemas nutricionais, mesmo que o estádio de desenvolvimento da cultura não seja aquele indicado para a amostragem das folhas. Neste caso, pode-se comparar a análise das folhas das plantas anormais com a de plantas normais da mesma lavoura.
O argumento de que a análise foliar tem custo elevado não é justificado quando se levam em conta os benefícios que essa técnica possibilita em termos de ganhos em produtividade e racionalização do uso de adubos. Isso é tão mais evidente quanto mais tecnificada for a lavoura; afinal, o suprimento de nutrientes para as plantas não pode ser limitante num sistema que envolve grande investimento nos demais fatores de produção (irrigação, energia, maquinário, sementes, defensivos, etc).
Álvaro Vilela de Resende é pesquisador da Embrapa Cerrados e especialista em Fertilidade do Solo
Tabela de Preços
| Tipo de Análise | Preço |
| Química (Rotina, Matéria Orgância e Fósforo Remanescente). | R$ 18,00 |
| Textural | R$ 17,00 |
| Calcário | R$ 25,00 |
| Micro nutrientes (Zinco, Ferro, Cobre e manganês) | R$ 10,00 |
| Boro | R$ 5,00 |
| Enxofre | R$ 5,00 |
| Sódio | R$ 3,00 |
| pH em cloreto de potássio | R$ 2,00 |
|
Foliar (completa com 11 elementos) A partir de 01/07/2011 |
R$ 25,00 |
OBS.: Para a 2ª via do resultado de cada Análise será cobrado uma taxa de reimpressão no valor de R$ 5,00.
Sites Relacionados
-
SIAM - Sistema Integrado de Informação Ambiental
- Zoneamento Agroclimatico de Minas Gerais
- GeoSolos
- SOBRADE - Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas
- Sociedade Brasileira de Ciência do Solos
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Telefone: (32) 3693-8621
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